sábado, 31 de agosto de 2013

Descobrindo um novo olhar!




Às vezes fico pensando na vida, sou mesmo muito introspectiva. Observo as coisas, as pessoas, e talvez pela mediunidade aguçada, tudo à minha volta acaba tendo grande significado. E escrever, tentar formatar o pensamento, tem sido um grande exercício de clarear as emoções. 
Antes sentia, e guardava para mim as impressões, hoje compartilho. E todas as vezes que me preparo para compartilhar, algo mais me toca, algo mais me chama, algo mais se aclara.
Tenho aprendido muito com o blog, com o Facebook, e agora com o Instagram!


Olha que foto linda do meu filhinho Ônix!
Ele não é lindo?
Eu acho, pois adoro ele. Aliás adoro meus gatos, e acho todos eles fofos, queridos. 
Todos os dias vejo  suas graças, faço carinho, e sigo em frente com o dia, como todo mundo faz. Mas com essa história de fazer posts no blog, comentar a vida no Facebook, e colocar fotos no Instagram, comecei a desenvolver um novo olhar para coisas corriqueiras. 
Já que minha vida é simples. Não sou rica, não fico viajando o tempo todo, nem tenho lindas paisagens para mostrar, comecei desenvolver um novo olhar para o cotidiano.



Tenho visto e registrado histórias do dia a dia. Percepções de coisas simples que me tocam o coração.
Coisas que antes, quando meu olhar não tinha compromisso, passavam por mim sem que eu desse atenção.
Interessante não é?
A luz estava lá. As pessoas também, os fatos da vida acontecendo, trazendo colorido, aprendizado.... Mas se não temos olhos para ver, tudo passa.


Momentos pessoais. Pessoas que a gente ama. Caminhos... Tudo vai seguindo numa seqüência louca, cheia de afazeres, obrigações, e sentimentos mal resolvidos.
Somos assim, rápidos, dispersivos, nervosos, e soltos na nossa mente sem foco.
E quanta coisa linda a gente perde por que não tem olhos para ver?


Este aí em cima é o meu Freddy, meu outro gato, que como costumamos dizer aqui em casa, passou duas vezes na fila da beleza!
E é claro que aprecio a sua beleza, mas com o olhar mais treinado, sei que até ele, que já é lindo, fica ainda mais lindo no angulo certo, na pose certa, e principalmente se eu consigo descobrir o melhor angulo da foto.
Belezas do cotidiano estão o tempo todo à nossa volta, mas temos que treinar o olhar.


Lugares que mesmo não sendo luxuosos, ou históricos, nem mesmo chiques,  têm sua luz, seu significado. Aliás, aprendi com esse exercício diário de estar presente, observando, que somos nós que damos significado às coisas.
Somos nós que colocamos foco no que achamos que tem valor.
Ou simplesmente caminhamos por aí perdendo tempo precioso de nossas vidas fechados em nossos sentimentos e afazeres práticos.


Será que precisamos mesmo de coisas novas? Impulsos externos para ficar bem?
Tenho que dizer que adoro ver coisas bonitas, estar com gente gentil, educada. Gosto também de desfrutar do prazer de viajar, da beleza da natureza, das flores. Aprecio as coisas boas da vida, uma comida bem feita, uma mesa bem posta.
Mas tem muita beleza nas coisas simples, no caminho diário que fazemos para ir até o supermercado mais próximo, no olhar de quem você ama. Belezas que podemos simplesmente perder.


Tenho certeza que se você olhar melhor, ajustar seu foco, se surpreenderá com o que vai encontrar.
Agradeço aos amigos que sigo no Instagram que me ajudaram lapidar o olhar.
Incrível como estou aprendendo admirando as fotos das pessoas. 
Quanta coisa linda!
Se você ainda não parou para observar suas fotos, experimente fazer isso, e observe que coisas inesperadas ganharão um significado.
A vida é assim, cheia de oportunidades para quem tem olhos para ver.
Como costumo dizer: Foco no bem!

Beijos e muita luz, aliás como dizem os fotografos, luz certa!

MS

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Mestra Rowena - Todas as vezes que você julgar estará errando



Áudio

Todas as vezes que você julgar, estará errando. As pessoas já sabem disso.

Nós sabemos que vocês já sabem o erro do julgamento. Mas ainda sim, constantemente se perdem em pensamentos tristes, em olhar as pessoas e esperar delas aquilo que é incerto.

Os relacionamentos humanos, eles são sempre relacionamentos kármicos, com muitos envolvimentos. Então, sempre haverá frustração, quando você olha alguém e espera desse alguém uma reação, uma atitude ou uma palavra.

Se você não quiser se frustrar, deverá aprender esperar menos das pessoas. Não porque elas não possam
lhe dar amor, compaixão, entendimento ou o acolhimento. Mas, porque elas podem não estar abertas. Elas podem não desejar fazer aquilo pra você.

Elas podem ainda, naquele momento, se sentirem magoadas ou tristes e oferecerem a você uma resposta ruim ao ato de amor.
Então não julgue, deixe as pessoas seguirem seus próprios caminhos, ainda que vocês convivam... Ainda que estejam juntos na mesma casa, sob o mesmo teto, numa mesma família.

Tornem os seus relacionamentos íntimos mais leves. Tornem a troca menos necessária. Façam aquilo que vocês acham que devem fazer. E não cobrem tanto das outras pessoas.

A cobrança é carregada de julgamentos.
E os julgamentos são cobertos e coroados de erros, de arrependimentos, de mágoas, de aflições e de mais karma.

Se vocês querem se libertar e caminhar... E fazer da vida de vocês um lugar mais fácil e mais feliz, não espere tanto das pessoas, não julguem tanto. Olhem as atitudes dos outros com mais complacência e foque em vocês. As pessoas não lhes pertencem.

As atitudes delas, nem sempre são o que são para ofender ou magoar você.
Entenda, perceba que as pessoas são como elas são. E em muitos momentos, limitadas a apenas aquele tipo de atitude, aquele tipo de comportamento, aquela condição errada.

Se você quer ser mais feliz, esteja com você mesmo, se torne seu melhor amigo, se torne a sua melhor amiga, se torne o seu companheiro de todas as horas. E ao mesmo tempo, olhe as pessoas, ouça com elas. Leve menos a sério as atitudes que você vê pelo mundo. Brinque com a vida, aprenda a sorrir.

O peso do olhar de vocês, carrega de sofrimento e dor, aquilo que os outros fazem. E mesmo quando não querem, estão julgando.

Se há um coração mais leve batendo no seu peito, você olhará também com mais leveza. Vocês conhecem a lição dos espelhos.

Então, ofereçam ao mundo um reflexo mais leve, mais suave...


Se você se sente bem, aquilo que o outro lhe faz não te magoará tanto.
Se você se sente mal, uma atitude ruim, reverberará muito pior em vocês.

Não permita que isso aconteça. Você é um Ser de Luz. Você um Ser de Amor.

Alivie, aquilo que você pensa de si mesmo.
Alivie, a autocobrança.
Alivie, o desejo do perfeccionismo.
Alivie, a importância que você dá ao que os outros pensam de você. Pense você, aquilo que é adequado a si mesmo. Mergulhe no seu Deus interior e busque nele as respostas.

Você é um Ser de muita Luz. Essa Luz é a fonte da sua vida. E quando você se conecta a esta fonte, se tornará muito, muito, mais feliz.

Deixe de esperar tanto das pessoas. Deixe de cobrar tanto de si mesmo.
Faça seu caminho de forma mais leve e mais desapegada. E assim você, poderá receber o nosso abraço... O abraço dos seus mentores, todos os dias, porque a sua energia estará mais leve e mais próxima de nós.

Recebam as nossas bênçãos e o nosso amor. Se sintam cuidados e amados, porque assim vocês são.

Trabalhando na energia da Grande Mãe, Eu Sou Mestra Rowena. E abençoo vocês, todos os dias. Meus tímidos Raios Rosa, se mostram quando o dia amanhece e quando o dia se põe.

Um entendimento profundo, de que tudo está em transição e movimento constante. Então, evoluam na lição do julgamento. Se tornem mais leves, e pensem em si mesmos e nas pessoas, com mais complacência e
doçura.

Sigam o caminho da Luz. Se tornem Luz e vivam em Paz.

____________________________________________________________

Nome de Referência: Todas as vezes que você julgar estará errando
Mestra: Rowena
Data: 28/08/2013
Local: Espaço Alpha Lux
Canal: Maria Silvia Orlovas
Transcrição: Patrícia Viégas
Áudio:  ALPHA LUX 30 ANO 15 

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Pirâmides de Energia



 

Você ja pensou em receber a cura da pirâmides em sua casa?
Pois bem, essa é a idéia da minha amiga Nory, que esta fazendo lindas esculturas de vidro. Água, luz, brilho emitem vibrações potencializadas pela forma piramidal, e por todo preparo com orações. Mas vou contar um pouquinho da história dela para você entender melhor como acontece essa cura.
Nory é uma pessoa muito querida. Do bem, mas do bem mesmo. 
Fui conhecendo a Nory aos poucos, ela foi chegando e se juntando aos nossos encontros de serviço ao próximo, e de repente era ela que tomava conta de grande parte do trabalho.
Bastava chegar perto da Páscoa e ela chamava os coelhinhos, e em dezembro era a vez de convocar amigos para arrecadar brinquedos, se vestir de Papai Noel, e oferecer brinquedos para crianças de rua, creches, orfanatos e velhinhos nos asilos.
Sempre alegre, acreditando na vida e no bem das pessoas. Mas como nem tudo é perfeito, Nory também tinha, e tem seus desafios, como todos nós. Educar filhos adolescentes, encontrar um trabalho em que se sentisse feliz, ganhar dinheiro, amar e ser amada... Coisas normais que todo mundo procura.


E como sempre faço, acolhi, conversei, atendi em consulta individual, me aproximei. Conversamos muito, e a Nory sempre otimista e alto astral compartilhava a idéia de que temos que ganhar inspiração, acreditar na presença dos nossos anjos e mentores. E foi num momento assim em busca de conexão que ela foi para um retiro no meio do mato.
Ela conta que na hora de dormir bateu um desespero quando se viu num quarto apertado e escuro. Sem pensar duas vezes foi embora, pois sentia que sua alma precisava respirar, ver outras coisas encontrar um caminho, uma luz.
Veja o que ela nos conta:


" Balançada pela experiência do retiro para orações e pela nossa fuga, eu e minha amiga resolvemos que iríamos passear em São Tomé das Letras, e foi nesta viagem que comecei me observar, entrei na minha escuridão, nas minhas sombras e enxergar luz. Percebi o quanto caminhava, em todos os sentidos,  pelas estradas com mais pedras e mais dificuldades. 
Não permitia para mim, que o fácil fosse bom. E, a cada dificuldade que encontrava, recuava por medo. Ao perceber como estava agindo e como estava levando minha vida, resolvi que era tempo de mudança. Entrava nas grutas, enfrentava a escuridão e minhas sombras. Entrei pra dentro de mim vorazmente, e, esta viagem, transformou minha vida.
Quando voltamos para São Paulo, estava muito certa de que não me permitiria mais encarar as dificuldades com medo e fuga. Iria enfrentar cada obstáculo com coragem e força. E assim fiz.
Descontente com meu trabalho, pedi demissão. E é claro, que com esta atitude veio o pavor junto: O que vou fazer agora?
Como uma benção, através de sonhos, meus Anjos se comunicaram comigo... Eu, me vi construindo fontes de vidro, em forma de pirâmides.


Com uma fé inabalável...fui atrás dos sonhos... E tudo começou a fluir... vidraceiros foram aparecendo e me ensinando toda a arte dos vidros...
Em menos de dez dias, tinha adquirido um conhecimento que nunca imaginara existir.
Em quinze dias, tinha mais de vinte fontes prontas e montadas.
A minha família abraçou a idéia e cada um vinha com uma sugestão.
E os sonhos continuavam...Estrelas de Davi, Cubos... Música Gregoriana e pensamentos elevados.
Foi tudo muito interessante observei que se estou fazendo uma peça, e tenho algum pensamento que não seja bom...o vidro se quebra na minha mão.
A minha energia na produção tem que ser puramente AMOR. Por que este amor será espargido pela pirâmide e espalhado no ambiente.
Sem o amor, a peça não acontece.
Aprendizados? Tive muitos! ! ! !
É a Fonte Divina que comanda, é só abrir o coração e escutar".

Se você tem interesse pode entrar em contato diretamente com a Nory  (011) 99401.2554
E se você vier em Alpha Lux pode encontrar diretamente aqui.




Como quarta-feira dia 28 de agosto é comemorado o dia de Krishna, não perca a meditação especial.
Valor mensal R$ 120,00   Avulso R$ 60,00


Um beijo da MS e muita luz para você.

domingo, 25 de agosto de 2013

Limites na Mediunidade




Mediunidade é coisa muito séria. Acho que com isso todo mundo concorda, e sinto que a maioria das pessoas tem medo de errar, quando convive com uma mediunidade consciente. Aliás valorizo muito a mediunidade responsável, em que o médium passa por suas provações, aprende com os mentores, e se questiona para entender se as intuições estão corretas.
Precisamos nesse caminho de muita luz, discernimento, e ao mesmo tempo de muita entrega, reverência e amor. Por que nem tudo é claro, e todos nós podemos errar, nos confundir, ou nos perder.
Foi num misto de surpresa, e busca de entendimento respeitoso que recebi Maria Padilha, uma entidade bem conhecida na umbanda, e cercada de controvérsias. 



Desde que os contatos começaram recebi muitas mensagens de clientes, e amigos. Algumas de alegria, parabéns e gratidão, e outras tentando entender o que está acontecendo, e até saber se ela é do bem ou do mal.
Posso afirmar que eu sou do bem! (Risos) E acho que ela também. 
Destesto amarrações. Sou totalmente a favor da liberdade, das pessoas conquistarem um destino mais feliz, e encontrarem forças em si mesmas.
Acho muito bacana receber passes, sei que ajuda muito no equilíbrio emocional. Gosto de conversar com os guias, de ouvir e sentir seus ensinamentos.
Gosto também de vencer meus limites, e conseguir colocar em prática as coisas bacanas que aprendo com os queridos amigos do astral. E acredito em sintonia.
Acho que atraímos nossos guias, aprendemos com eles, e ouso dizer que eles também fazem seus experimentos conosco. Como bons amigos que são. 
Há uma troca, e um crescimento em todos os mundos.
E foi compartilhando esse aprendizado que varias pessoas me mandaram mensagens. Como fez a querida Nathalia Lomba:


Veja o que ela diz: 
"Querida Maria Silvia! 
Sempre acompanho seus artigos e as canalizações dos mestres. Admiro e me identifico com sua pessoa e seu trabalho. Vejo um pouco de mim em vc (risos).
No dia em que ouvi a canalização de Maria Padilha, sonhei que eu encontrava você, e que me abraçava de um jeito muito especial, de uma maneira muito reconfortante, e cheia de energia e amor. 
Ficamos nesse abraço por muito tempo. Eu acho que era ela, manifestada em você. Me senti muito bem, e há tempos não recebia um abraço espiritual tão consolador. Achei interessante e resolvi partilhar com vc essa experiência. 
Um abraço"
* * *
Quanto carinho nessas palavras!
Algo que tenho sentido também na presença de Maria Padilha. Também me sinto abraçada e reconfortada. 
Tenho tido tantas surpresas. Veja o que nos conta a Ligia Mattos:


"Comecei a ler sua publicação e me surpreendi em ver o nome de Maria Padilha. Frequentei um centro espirita em Santa Cruz do Rio Pardo interior de SP, viajava 300km todos os finais de semana para poder ajudar, e aprender com todos daquela casa, onde Maria Padilha também fazia parte. Ouvi suas histórias e a vi ajudando muitas pessoas. 
O tempo passou e construí minha família e acabei me afastando de todos. Fiquei imensamente emocionada, e com muitas saudades desse ser que continua ajudando a todos nós encarnados. Obrigada por trazer noticias dela.
Que delícia saber que outras pessoas lembram dela tanto quanto eu. 
Lembro-me de um dia que estávamos em poucos médiuns na casa, era um domingo e ela veio e começou as nos contar sobre sua vida terrena, seu desencarne, e como foi difícil do outro lado. Nunca vou me esquecer de suas palavras e como nós, encarnados aprisionamos, e retardamos a evolução espiritual dela..."
* * *
Achei muito interessante este depoimento, até por que a própria Maria Padilha tem nos falado exatamente da sua evolução e do quanto sofreu por amor. Coisa que nos aproxima ainda mais dela, por que entendemos o esse tipo de sofrimento, nos espelhamos em suas atitudes.
Assim, quando a amiga Wal Schuch expressou suas questões tive a oportunidade de também buscar um melhor entendimento. Veja:


" Oi! Preciso esclarecer uma dúvida. Trabalho há muitos anos com a Fraternidade Branca e estou percebendo entidades da Umbanda se aproximando para dar o seu auxílio. É possível que isto aconteça? Fraternidade Branca e Umbanda trabalhando em conjunto?"

* * *
Pois é essa aproximação que se refere a amiga Wal, que está acontecendo. Na verdade nunca houve um afastamento. Sempre acreditei nos guias, nas entidades que a umbanda, e outras religiões cultuam. Sempre entendi que o mundo espiritual é imenso, feito de energias. 
Ao longo de tantos anos estudando mediunidade, mitologia, religiões antigas, hinduísmo percebo que todas as religiões convergem para o caminho do amor, cada um com seu sistema de crenças, hábitos regionais, e leituras do mundo sutil, e das energias planetárias.
Vejo que talvez pela necessidade do momento é hora de se abrir ainda mais as fronteiras daquilo que conhecemos e aceitamos. 
Sinto os mestres ainda mais fraternos. E se a sua religião é a prática do bem, a dedicação a uma expansão da sua consciência siga em frente, e vamos na luz!
E você o que pensa disso tudo?
Deixe sua opinião. É importante compartilhar, pois as vezes um pensamento seu, e até uma dúvida pode ajudar alguém.
Um beijo da MS

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Maria Padilha - Somos escolhidos por nossas fraquezas



Áudio

Um dia eu aprendi que somos escolhidos por nossas fraquezas e não pelo nosso poder.

Eu contei um pouco da minha história, no nosso último encontro. E tive autorização para estar aqui novamente e falar um pouco mais da minha caminhada.

Feliz Eu Sou, que posso servir como exemplo. Dizem os Mestres, que só podem ensinar aqueles que um dia já trilharam caminhos escuros. E eu posso dizer a vocês, que trilhei caminhos muito escuros, momentos em que eu não tinha a capacidade de enxergar qual seria o próximo passo.

Momentos de tanto sofrimento, de tanta dor emocional, que eu não podia voltar pra trás porque não tinha chão... E não podia seguir pra frente porque não sabia pra onde ir.

Acho que alguns de vocês já passaram por situações semelhantes. E nesses momentos é que Deus nos obriga viver profundamente o presente. Porque viver do passado não nos leva a nada. E viver do futuro é uma profunda incerteza.

Pois é, meus irmãos. Aprendi da forma mais difícil.

E durante muito tempo, me achei muito infeliz, fazendo de conta que era muito alegre. Fazendo de conta que sabia sorrir. Eu ia às festas, usava os melhores vestidos. Como era rica, mandava fazer os melhores perfumes e escolhia os aromas, não pela suavidade, mas, pela arrogância.

Porque podemos fazer das coisas mais belas as piores escolhas.
Assim, como podemos também, fazer escolhas lindas com coisas muito simples. Sabedoria essa, que naquela época, eu não tinha.

Minha intenção, o desejo que eu via do coração e a forma de amor que compreendia, era amar, amar, amar, amar e ser amada. E quanto mais eu procurava o amor, menos me sentia acolhida e recompensada por ele. Porque perseguia aquilo que não me pertencia. Porque buscava respostas para perguntas que não cabiam a ninguém. Que era um assunto meu.

E assim, o sofrimento se tornava cada vez maior. Porque eu vivia para os outros, eu vivia para as aparências, eu vivia para aquilo que o mundo consome.

E hoje, observando tantas coisas, através dos olhos de vocês, através dos olhos dessa que me serve de canal... Vejo que pouca coisa o mundo mudou. Tantas modernidades e algumas poucas mudanças. Tantas coisas novas vocês têm para desejar. Mas, o desejo não se faz pelas coisas e sim, pelas pessoas que se sentem incompletas.

Na minha época, os ricos desejavam as coisas belas. E isso não mudou.
Os pobres, desejavam melhor comida; melhor lugar onde dormir; melhor o que vestir; melhor saúde. E isso não mudou.
E os religiosos, pregavam religião e tentavam ajudar as pessoas. E isso não mudou.
E os políticos, defendiam as suas próprias causas, defendiam o seu patrimônio e usavam da vida aquilo que podiam. E isso não mudou.
E as mulheres queriam os homens, e os homens às mulheres, e as pessoas às pessoas. E isso não mudou.

Portanto, o mundo evolui em tantas coisas, o que me leva a pensar... Que é preciso mudar algo mais. E que cada um de vocês deve buscar dentro de si a resposta.

Eu digo que somos escolhidos... Pelas nossas falhas, pelas nossas faltas e não por nossa capacidade. Por que assim foi comigo.

E qual era a minha falha? Qual era a minha grande falha?
Não me amar. Não me enxergar.
E olhem que na minha casa eu tinha grandes espelhos. Os mais perfeitos eu mandei fazer, porque não aceitava erros... Eu era tão bela.

Então, eu queria espelhos que retratassem a minha perfeição. Eu queria espelhos que mostrassem exatamente a beleza do meu ser. Para me tornar a cada dia, mais bonita e mais sedutora, e mais atraente. E afirmar...  Que eu podia ser amada, que eu queria ser amada e que as pessoas precisam me amar, porque eu era espetacular.

E esse vazio apenas crescia...


Eu fui escolhida pelas minhas falhas, porque os Mestres assim entendem. Que no momento em que nos curamos, nos compreendemos, nos aceitamos, nos amamos.... Vamos agindo numa profunda mudança e transformação com tudo o que está a nossa volta.

São como as belas flores, que são escolhidas por serem as mais belas que enfeitarão os vasos. Mas continuam pertencendo a todas as outras que sobraram, apagadas e esquecidas no seu pé. Eu me sinto assim.

Quero oferecer a vocês o meu exemplo. Que é preciso olhar pra si mesmo.
Não pelos espelhos da vida, nem pelos olhos das pessoas que nos veem.
Mas, por aquilo que somos. Com os olhos fechados como vocês fazem agora, olhando pra alma, olhando para o coração, limpando esse coração.

E procurando compreender, nesse grande momento presente: O que você vive? Para que você vive? Com quem você vive?

As respostas não estão no mundo, mas, em você. As respostas não estão nos sentimentos que você recebe das pessoas, mas, naquilo que cultivas.

A flor, não precisa de outras flores para abrir suas pétalas. A natureza é sábia.
As pessoas, precisam apenas do seu coração, para saber quem são.

E naturalmente... Naturalmente, elas atrairão para si, para o seu lado... Aqueles que vão querer ouvi-la, aqueles que vão querer tocá-la, aqueles que vão querer a sua companhia, a sua presença e o seu amor.

Se vocês querem ser amados, compreendidos, aceitos... Sejam amáveis.
Se tornem criaturas amáveis. Não apenas nas palavras suaves, nem da boca pra fora, mas no coração. Estando com as pessoas, de forma mais educada, mais gentil. Se observem.
O quanto nos seus relacionamentos vocês são capazes de ouvir o outro? Apenas ouvir, como bons amigos.

Ou você quer falar o tempo inteiro? Ou você quer cuidar do seu jeito, o tempo inteiro?
Ou você quer arrumar a pessoa, para que ela seja da sua forma o tempo todo?

Reações erradas vêm de atitudes erradas. E por que eu posso dizer isso a vocês?
Porque eu fui alguém que errou muito, muito, muito. E eu justificada o meu erro pra mim mesma.

Eu dizia: “Errei por amor”; “Fiz por amor”; “Exagerei por amor”; “Gritei por amor”; “Morri por amor”; “Matei por amor”.

E fiz tudo isso. E fui escolhida por minhas falhas. Porque havia em mim, uma compreensão tão profunda do engano. Uma dor tão profunda de estar onde eu estava que chegou um momento, em que eu falei pra espiritualidade... Porque eu não acreditava no Deus daquela época, do jeito que as pessoas viviam. Mas eu acreditava em Deus, numa força, num poder.

E eu falei pra essa força: “Eu não quero mais ser assim. Eu não quero ser mais nada”.

Mas na época, no meio da minha escuridão, isso apenas queria dizer que eu queria morrer. Porque eu achava que a morte física era uma salvação.

E aí, também vivi um grande engano. Porque eu estava esquecida de tantas outras vezes que já tinha morrido, porque, somos todos espíritos em evolução. E a morte não é uma cura é apenas uma passagem.

Mas, no momento em que eu compreendi que não mais queria impor a minha vontade, todo um processo de cura se iniciou na minha vida. Eu não queria mais impor á vida, o jeito que eu queria viver. Eu comecei a aceitar e a entender.

E nessa época, eu vivia no campo. E eu comecei a ter mais paciência com a natureza, com os fenômenos do dia-a-dia. Comecei a olhar quando era inverno, a respeitar o tempo do frio e a observar as pessoas, os pássaros... E tudo o que acontecia a minha volta.

Comecei a aceitar mais o silêncio e querer menos festa. Eu me tornei mais seletiva e mais silenciosa. E eu não falava pra ninguém que eu estava orando, porque eu não estava orando... Não na forma tradicional.

Eu olhava pra Lua e me encantava com a Lua. Eu olhava pro Vento e me encantava com o Vento. Essa era a minha oração. A Natureza era o meu Deus.


E ali eu tive grandes, grandes aprendizados.
Às vezes, era um bando de pássaros que levantava voo perto da minha janela, quando eu fazia uma pergunta.

Eu passei a ter olhos que observavam mais. Ouvidos que ouviam mais. E uma boca que falava menos. E isso foi de grande ajuda pra a minha evolução. Porque eu passei a sentir as pessoas.

E aí, como eu não fazia mais tantas festas, muitos amigos de outra época me deixaram. Mas eu não fiquei triste. Depois de um tempo, eu percebi que aquilo me aliviou. Que eu não precisava daquelas companhias. Que eu não precisava das coisas do jeito que aquelas pessoas viam.
Eu estava caminhando e me transformando.

E aquele que eu amava e que eu não tinha... Era um homem, era uma grande paixão. Eu comecei entender como uma pessoa e suavizou o sentimento. Porque era tanto sofrimento, que eu queria uma pedra para ser colocada em meu coração.

E quando começou a serenar, eu comecei a cuidar do meu coração como se cuida de um pássaro que cai da árvore, afastado de sua mãe. Eu comecei a pensar nos pássaros, pensar na Natureza e me comparar a eles.

E eu tratava o meu coração como um pássaro. Cuidando com amor.
As minhas falhas, me ensinaram que eu não olhava pra mim. E como eu não olhava pra mim eu não olhava pra ninguém. Eu não sabia olhar pra ninguém.

Eu queria que as pessoas me vissem. Que as pessoas me tocassem se aproximassem de mim e curassem a minha dor. E esse foi um ponto de grande mudança, quando tocada pela espiritualidade, eu descobri que eu tinha que me curar.

Pensem em vocês como pássaros. Pensem no seu coração como um pássaro, ferido, se for o caso. E que você está cuidando com todo carinho. Você se amando. Você trazendo Luz pra você mesmo.

E observe, assim mesmo, com mais carinho. Porque se Deus é capaz de nos escolher por nossas falhas, até as nossas falhas, nós devemos amar.

Eu vejo que em muitos lugares se fala de reforma íntima. A reforma íntima não deve ser uma destruição íntima. A reforma íntima não deve ser uma guerra interior.

A reforma íntima deve ser uma escultura de amor. Um trato de carinho e de força interior.

E pense, em você mesmo... Qual será a sua falha? Qual será o motivo que Deus escolherá a você para alguma tarefa ou alguma missão.

Pode ser que você seja teimoso. Então, para que servirá a sua teimosia?
Pode ser que você seja orgulhoso. Para que servirá o seu orgulho?
Pode ser que você seja escolhido pela sua timidez.

Observe, nessa sua atitude, onde está a sua cura e a sua forma de servir os desígnios Divino.

A serviço da elevação espiritual. A serviço da grande transformação do Homem em um Ser de Amor, e da Fraternidade Branca... Eu Sou Maria Padilha e ofereço a vocês, humildemente, o meu Amor.

Que a minha vida e as minhas histórias, possam ajudar cada um de vocês, no seu caminho e no seu despertar.

Sigam em Paz.

____________________________________________________________

Nome de Referência:  Somos escolhidos por nossas fraquezas e não pelo nosso poder
Mentora: Maria Padilha
Data: 21/08/2013
Local: Espaço Alpha Lux
Transcrição: Patrícia Viégas

Canal: Maria Silvia Orlovas

Áudio:  ALPHA LUX 29 ANO 15 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Aceitar para mudar



 

A chegada de uma energia espiritual mais bomita, suave, próspera em nossa vida depende de nós.
Precisamos nos abrir, soltar, deixar fluir. Aceitar a limpeza.
Há tanto o que aprender com os mestres...
Mas é preciso muita humildade, por que devemos nos abrir para receber.


Será que sabemos receber com humildade e amor os conselhos?
Ou vamos ficar nos defendendo  das mensagens como se fossem simples críticas?
Sim, por que algumas entidades vem, e falam sem muito embaraço aquilo que acham que devemos saber. E nem sempre é fácil aceitar, ou bom de ouvir.
Às vezes são poucas palavras, que podem até não ter um significado claro naquele momento. Pode ser até que a gente não entenda tudo na hora...
Assim aconteceu com Rafaela, que recebeu uma linda mensagem alguns dias antes do nosso encontro.


"Filhos de uma mesma mãe, de uma mesma luz.
Frutos da centelha mais pura e divina do amor. Todos verdadeiras crianças, por horas brincando de adulto, brigando, guerreando, querendo sempre ter razão, gritando aos quatro ventos: eu tenho a  força. Mas no final de tantas andanças o que querem? E o que precisam, é encontrar olhos maternos, olhos que acolhem, que aceitam, que abraçam.
A mãe divina, a linda mãe universal, conhecida por tantos nomes, vinda de tantas partes, é a mesma, é a única, uma única energia que de tanto amor que carrega consigo, pode se dividir em mil.
Não  há um único ser que não precise de mãe. A vida vem da mãe, se hoje podemos olhar tantas belezas, tantos verdes, tantas águas é porque tivemos mãe.
Essa mãe silenciosa que cuida dos elementares, que dá o alimento da terra, a água da chuva, o vento, a brasa, o calor. Nos dá também a vida, e a certeza de que existe alguém olhando por nós, que nunca estamos sozinhos.
Que o verde das águas cure, limpe e transforme toda dor em amor, para que assim seus corações sejam preenchidos do mais puro amor, o amor da mãe.
Eu sou a luz da vida, a mãe terra, a mãe maior, e a mãe de todos vocês."


Mas a história não termina ai. Na verdade ela começou com a mensagem, pois quando a querida Rafaela chegou lá do Sul para mais uma aula,  trouxe consigo toda sua história familiar, seus desafios com sua mãe carnal. E um grande desejo de ficar bem, de harmonizar sua vida, de se libertar das dores. E no primeiro momento em que conversamos na energia da mentora Maria Padilha, que dirigiu amorosamente este grupo, a orientação da guia foi para que Rafaela aceitasse sua condição de filha, mesmo tendo tanta responsabilidade com sua família, especialmente com sua mãe.
"Aceitação é tudo menina filha".  Disse a guia com muito amor.
" Você deve aceitar ser filha, e ainda cuidar de sua família, por que em outra existência você foi mãe delas, de sua mãe e de sua irmã, e hoje você concordou em dar a oportunidade a elas de assumirem responsabilidades no resgate do karma, então não se revolte, se por vezes você tem que cuidar e orientar as duas".


Lindo não é?
Quantos de nós tem historias de karmas na família, e que se sentem cansados, desmotivados, sem entender se tem um outro caminho, uma outra atitude?
Quem não sofreu ou não sofre por amor?
O que aprendi com os mestres, e que tento passar nas vivencias, nos grupos, é que quando nos aceitamos com amor, quando aceitamos nossa história, tudo fica mais leve. E mesmo situações complicadas se limpam, se arrumam. Muitas curas estão dentro de nós.
Porém para que isto aconteça, precisamos de humildade para ouvir e acolher aquilo que nossos amados orientadores nos ensinam.
Precisamos também dar espaço a ação do tempo. Inclusive para que nós mudemos de atitudes.


Venha você também fazer parte deste movimento de cura e expansão do amor.
Todas as quartas às 20:30hs temos o Grupo de Meditaçao com passes e a Canalização ao vivo.
Participação mensal R$ 120,00 avulso R$ 50,00

Tel:(011)3673.4824 após 14:00hs

Vamos na luz e sigamos com amor.

MS na energia de Maria Padilha

domingo, 18 de agosto de 2013

Na sintonia da fluidez



 
Um dia lindo começa com orações. 
Sentimentos sublimes que abrem o coração. 
Não podemos guardar as coisas dentro de nós. A vida precisa caminhar, as coisas precisam acontecer, e nós precisamos deixar de nos magoar, e carregar sofrimentos ruins de coisas que nos aconteceram, mas que fazem parte do passado e assim deve ser.
O passados trouxe coisas boas e ruins.
Inclusive amigos...


Sempre brinco, dizendo que já fomos do bem, e do mal!
Que já amamos, e fomos amados, assim como já traímos, e fomos traídos. Vivemos todos os tipos de experiências, então por que nos prender a dor? À aquilo que trouxe tristeza?
Por que nos prender e ficar repetindo impressões tristes, e revivendo dores?
No último encontro em sintonia com a fluidez da Chama Verde Água, estive o tempo todo na sintonia da Maria Padilha... Incorporada, influenciada, cuidada e cuidando.
Uma guia muito conhecida, com muitas historias, ensinamentos e amor. 
Dama da corte francesa, mulher apaixonada, orientou o grupo com muito carinho.
Colocou sua energia em mim, e trouxe seus amigos.


Quando uma entidade iluminada chega, sua presença limpa, organiza, eleva o astral, cura as pessoas.
Sua simples presença muda a energia. Inspira pensamentos elevados, muda a freqüência, liberta.
Foi isso que aconteceu.
Muitas historias foram trabalhadas, pessoas, espíritos, e pensamentos libertos.
Reencontros, resgates que também podem ser feitos na alegria.


Docemente ela explicou que as pessoas não se curam simplesmente incorporando seus guias, mas vivendo com mais luz, aprendendo com as historias da sua própria vida. Agindo diferente, mudando comportamentos, aprendendo ouvir, e falar com mais amor, com mais respeito. Se colocando no lugar do outro. Criando vínculos verdadeiros de amizade, sem tantos julgamentos. Por que afinal quem não errou? Quem não traiu, ou sofreu uma traição?
Não existe mundo perfeito, nem pessoas perfeitas, que não erram. 
Existe um momento perfeito que é o agora.


Agradeço essas pessoas queridas que o tempo todo ajudaram fazer deste Workshop um momento de cura, de fortalecimento da fé, da esperança.
Da minha parte estou aprendendo me comunicar com Maria Padilha, aprendendo receber sua luz, e ser amparada com sua maior riqueza que é o amor.
Olhando esta foto, eu me vejo, mas vejo os gestos, o olhar dela...
Meu Deus, minha deusa... Quanto aprendizado.


Muita gratidão e amor.
Lindo dia para você.
Inspire-se no amor, e cuide dos seus pensamentos, pois você pode escolher o que pensar.
Se algo não esta bom, olhe para o outro lado, abra oportunidades para coisas diferentes tocarem sua vida. Abra para novas pessoas entrarem no seu mundo. Caminhe, cuide da sua saúde, da sua espiritualidade. 
Você é o senhor do seu destino, e o único capaz de fazer o seu caminho.

Um grande beijo da MS, acompanhada, ou quem sabe acompanhando Maria Padilha..

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Uma velha, nova amiga!






A vida nos trás muitos aprendizados, e para aprender basta estar vivo, por que nada é estático, nada fica para sempre onde está.
A vida é movimento.
Como vocês sabem acabo de fazer aniversário. E sou muito feliz em comemorar essas datas, pois acho que estou envelhecendo com classe. (Risos)
Aprendi tantas coisas, e continuo aprendendo.
Posso dizer sem medo de errar, que não tenho arrependimentos.
Tento fazer o meu melhor, e as vezes erro... Mas e daí? 
Quem não erra?


Estamos aqui para aprender e ensinar. 
Cuidar dos nossos filhos, investir muito amor e luz em nossos relacionamentos. 
Nesta sintonia canalizei uma mensagem muito especial esta semana, de uma nova, velha amiga, Maria Padilha, falando exatamente sobre relacionamentos, e contando sua história. 
O que me pegou de surpresa, já que meu trabalho é focado na Fraternidade Branca, nos ensinamentos dos mestres ascencionados. 
Mas eu sou uma pessoa de mente aberta, e coração livre.



Sempre aceitei todas religiões, e o meu caminho é o bem, o amor, o despertar da coincidência. Aliás tudo o que aprendi com os mestres desde que me conheço por gente...
Mas me surpreendi com a canalização, por que não imaginava essa conexão entre o amado Saint Germain, e Maria Padilha.
Todos sabemos que o nobre mestre da Chama Violeta, passeou pela corte francesa, aliás, lá foi a sua missão de ensinar os nobres valores humanos, trazendo luz e consciência, tentando aliviar o sofrimento que tomava conta da vida dos pobres que não tinham condições mínimas de sobrevivência. 
Sabemos também que ele era amigo de muitos nobres, e foi uma interação entre ele e Maria Padilha, que era uma nobre, que nos foi narrada na canalização. 



Maria Padilha nos deu uma aula sobre valorização da mulher, e falou um pouco do seu papel hoje como mentora de muitos... 
Impressionante.
E o que os mentores estão me dizendo, é que vem por ai, muitas outras revelações!
Estou aguardando. E você amigo leitor, o que pensa disso?

Um beijo a todos,

MS

Lembrando que sábado agora, dia 17 de Agosto, temos Workshop na sintonia da Chama Verde Água, libertando e limpando o corpo sutil. Será que esta presença está em sintonia com esta libertação?





  

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Maria Padilha - Eu aprendi não pertencer às pessoas



Áudio

Aprendi não pertencer às pessoas.
Não pertencer nem a mim mesma. Nem aos meus pensamentos, nem aos meus limites. E nem aquilo que eu vivia e que me fazia sofrer.
Este foi um grande passo no meu caminho de crescimento pessoal.

Um dia fui mulher...
Um dia andei com muitas mulheres...
Um dia quis me superar e ser mais que todas elas...
Um dia quis conquistar o amor...

E nesses sentimentos me confundiram, fiquei achando que era só isso.
Não entendi que estava presa. Não entendi que, com todos aqueles fracassos e sentimentos mal resolvidos, estava presa. Pensando sempre as mesmas coisas, fazendo sempre as mesmas coisas, me lembrando sempre das mesmas tristezas.

Culpei um homem, aquele que amava. Aquele que não me quis, aquele que também me quis.
Porque vivi uma grande paixão com um homem que não podia ser meu. Um homem que não fazia parte do meu caminho de vida.  E foi uma grande paixão.

Subi as mais altas montanhas, enfrentei os maiores desafios pessoais, para ser melhor do que eu era. E aquele amor me ensinou muito, na mesma condição de que me fez me perder muito. Porque, em nome do sentimento quis sempre ser melhor. Busquei sempre algo mais bonito, algo mais rico, algo mais belo, algo mais sábio.

Aquele amor, aquela idéia... Me impulsionou sempre para frente, para ser mais. E busquei aquela superação, busquei tudo isso porque achava que se fosse perfeita, seria amada. Achava que se tudo fizesse, estaria feliz e seria recompensada.

E quando isso não aconteceu, de acordo com o que planejei e imaginei, como a solução e a alegria da minha vida... Despenquei no mais profundo dos infernos. E me misturei com energias muito pesadas e sentimentos muito tristes... Depressão, choros, e lágrimas.

Naquela época eu não entendia bem dos espíritos. E achei que a vida era assim: escura. Eu me senti presa. Achei que pertencia a aquele mundo.

E foram anos de muito sofrimento. Foram tempos que não saberia contar. Hoje, afirmo que não quero contar. Porque foi muito.
Tão grande esse tempo, que sujou a minha alma, que me encheu de buracos, de vazamentos de energia. Porque nada dava certo e me negativa, triste.

Cada movimento que fazia para me desprender, da falta de amor, do sentimento de abandono... Era como se tivesse que atravessar um grande deserto, ou um caudaloso braço de mar. Tudo era difícil, porque os meus sentimentos eram obscuros, obscuros...


Queria o que eu não podia ter. Foi um grande caso de amor.
Porque, aquele homem que eu amava, me fez sua amante. Então me encheu de sonhos e de promessas. Veio, entrou e saiu da minha vida muitas vezes. E essa era a minha maior instabilidade. Porque ora acreditava que tudo iria acontecer tudo do meu jeito, e depois me frustrava por que nada acontecia.

Os solavancos emocionais eram imensos. Não bastava ele me dar dinheiro, e ele me deu muito. Não bastava proporcionar coisas boas, porque ele me deu lindas jóias, casa e tantas coisas... Mas não era isso que queria.

Queria a presença. Queria o amor.
Depois passei querer o título, o nome, o sobrenome, a formalidade.

E parece que cada vez que eu queria alguma coisa, aquilo me escapava como bolhas de sabão escapam das mãos de uma criança. E tudo foi ficando muito, muito distante.

Naquela época era nobre, vivia entre a nobreza. E fui visitada, pelo Conde de Saint Germain. Ele era um homem muito gentil, muito educado. E foi trazido em minha casa por outros nobres.

E apesar dessa imensa dor que sentia, frequentava a sociedade. As pessoas iam na minha casa e eu ia na casa das pessoas. Conversava e fazia de conta que o meu inferno pessoal, não era tão infernal. Eu não mostrava o que sentia, não compartilhava das minhas idéias para todos. Era algo meu, um inferno pessoal.

E nessa visita, ele chegou até a mim. E vendo que eu bebia e dava risada, e conversava com os meus convidados, e fazia tantas cenas...
Eu era uma artista. Porque aprendi a mentir e a fazer tantas coisas. Aprendi a me mostrar e a me esconder.

E ele me olhou nos olhos. Tinha olhos azuis tão escuros, como se fossem brilhantes de estrela, não sei explicar. Os olhos mais lindos que eu já vi.

E tocando o fundo da minha alma me disse apenas uma coisa:
             – Tens que aprender a não pertencer a nada, nem a ninguém. Aí serás feliz!

Palavras simples.
Ele me falava de felicidade.

Ouvi aquilo, e foi engraçado porque era uma festa, muitas pessoas falavam... Música ao fundo, pessoas dançavam, riam, brindavam, muito barulho. Mas, de repente, quando ele falou, aquilo vibrou dentro de mim... Foi como se tudo a minha volta tivesse ficado num grande silêncio. E só ouvi a voz dele.

Aquelas palavras foram tomando sentindo.
Tinha que “aprender a não pertencer”.
Fiquei pensando, que eu de fato pertencia às coisas. Não a aquele homem que amava, ou achava que amava. Mas, a toda situação.

Aquilo que estava ao meu redor, no meu entorno, era tão intenso. Tão cheio de sofrimento e dor.  Estava totalmente envolvida com aquilo. Aquilo era minha vida. Acordava pensando nas minhas situações, dormia pensando... Era o tempo inteiro. Buscando soluções, buscando alívio.

E, ao contrário de encontrar qualquer solução, encontrava mais peso, mais dor, mais sofrimento.

E na manhã seguinte, quando acordei sozinha na minha casa, tinha grandes espelhos no meu quarto... me olhei e me vi diferente do que era. Foi, o começo da minha nova vida, quando comecei a me desprender... Das crenças, das minhas necessidades. E comecei a olhar tudo que existia ao um redor de uma outra maneira.

A luz do Mestre da Chama Violeta me tocou!

Foi um toque, maior que as palavras. Foi um entendimento que bateu na minha Alma...

Não pertencer!

Nem as coisas, nem as pessoas. E não desejar que as pessoas e as situações me pertencessem.

Entendi que não precisava dominar tudo, possuir tudo, ter respostas pra tudo. Não precisava das coisas externas para me sentir totalmente segura. E não precisava do amor de ninguém para ser quem eu era.

E aí, mudei a minha vida.
Deixei de fazer uso das artes mágicas, porque até a magia negra procurei. Comecei a usar os meus sentimentos para me amar, para me reconhecer.

E é este caminho que eu sigo até hoje. O caminho do auto reconhecimento.

Eu Sou quem "Eu Sou".
Eu me reconheço, e muitos de vocês já me viram, já falaram o meu nome.

Eu reverencio ao Grande Mestre da Chama Violeta.

Reverencio ao caminho de Luz.
E a serviço da transformação do karma, atuo onde me cabe.

Ofereço a vocês o meu Amor e a minha Luz.

Eu Sou Maria Padilha.
E sei quem "Eu Sou". E me orgulho de ser.
A serviço do bem maior e da elevação da consciência.

Vibrem na Luz e se reconheçam e pertençam a si mesmos.
Porque o homem que sabe quem é, e que reconhece a sua luz, deixa de sofrer.
E esse é o grande aprendizado da humanidade.

Tenham luz e tenham paz.

____________________________________________________________

Nome de Referência:  Eu aprendi não pertencer as pessoas
Mentora: Maria Padilha
Data: 14/08/2013
Local: Espaço Alpha Lux
Canal: Maria Silvia Orlovas

Áudio:  ALPHA LUX 28 ANO 15