sábado, 30 de junho de 2012

Anjos com Mãe Maria - Você é o Senhor da sua Fé


Venha participar da meditação dinâmica e canalização dos Mestres Ascensos da Fraternidade Branca, todas as quartas-feiras às 20h30. Sinta a energia, faça parte desse encontro de amor e luz.
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Nome Chave: Você é o Senhor da sua Fé
Mestre: Anjos na sintonia de Mãe Maria 
Data: 18/07/2012
Local: Espaço Alpha Lux
Canal: Maria Silvia Orlovas
Áudio: 
 ALPHA LUX 26 ANO 14  (mp3) - Clique aqui


Você é o senhor da sua Fé; É o senhor do seu caminho.

As pessoas, sempre esperam uma luz e muitas vezes se perguntam: “Qual é a minha missão?”.

As pessoas querem uma resposta... De um mentor, de um Ser de Luz, de um livro, de Deus, para algo que está dentro delas. A sua missão, meu filho, é você mesmo. Você encarnou para se encontrar. Você não encarnou para resolver o mundo, para curar o mundo. Você encarnou para curar a si mesmo, para olhar para si mesmo, para compreender, as suas próprias atitudes, mas, com amor.

E no momento que surge em você essa profunda compreensão, naturalmente, você começa, o seu trabalho de cura com as outras pessoas.

Aceite a sua Luz. Reconheça a sua divindade, o seu poder pessoal. Nem tudo o que você quiser realizar neste mundo, você irá realizar, porque muitas vezes, as pessoas se perdem de si mesmas, e querem seguir rumos e caminhos que não lhes pertence.

Foque em você, na lapidação do seu caráter. E sempre entregue á Deus os seus desejos, volte à condição de filho.
Em suas orações, diga assim: Pai! Eu quero este caminho; Eu quero este trabalho; Eu quero este filho; Eu quero este amor; Eu quero esta realização.
E entregue, pra que Deus, com você, resolva e ofereça o que é melhor.

A conexão com Deus requer humildade, entrega, amor acima de tudo. Se deixe levar, conduzir, pelo amor.
Quando você falar com amor, com as pessoas, elas saberão ouvir você com amor.
Mesmo, quando você tiver que falar palavras mais duras, o sentimento puro do coração, é aquele que vai libertar você.

Você é um Ser de Luz! A sua missão é um auto resgate, e naturalmente, você irá resolvendo, aquilo que lhe cabe resolver.

Este é um momento de grande transformação. A humanidade tem o seu Karma, acelerado. A humanidade tem, os seus desafios acelerados. Foque a sua atenção, no amor. Se entregue com amor, se doe com amor, faça com amor. E olhe a si mesmo, com amor. E todas as arestas que forem vindo para você, irão se resolvendo.

As relações familiares, pessoais, nesse momento... Estão acirradas. Então, muito de vocês estão olhando para os seus familiares. E os seus familiares, neste momento, estão lhes pedindo atenção, cuidado, amparo, palavras corretas, sabedoria, discernimento... Distanciamento de alguns, aproximação de outros.

Porque o primeiro movimento de libertação, planetária, é a libertação de vocês, é a libertação de cada um, junto com a sua família. Então as situações entre pessoas, está muito forte nesse momento. E nessas relações vocês serão muito testados.

Então, antes de agir, antes de falar, antes de brigar... Foquem a sua atenção em Deus, e peçam Luz e Sabedoria.
Nesses momentos em que as situações kármicas estão muito intensas, é o momento em que mais vocês precisam de conexão, de paz, de meditação e de amor.

Não hajam por impulso. Não busquem apenas o caminho mais fácil. Não fujam. Não façam de conta que isso não é com vocês. Não mintam, dizendo que não sofrem, por aquilo que sofrem. Não virem as costas e saiam andando, para não resolver relações complicadas com pai, com mãe, com filhos.

Encarem, que ali existe um aprendizado e uma necessidade, profunda, de praticar o amor e tudo aquilo que vocês já aprenderam.
São lições que estão voltando, não se omitam. As pessoas não estão ao seu lado, ao acaso. O seu pai, não é seu pai ao acaso. O seu filho, não é seu filho, ao acaso. Ali, há o resgate. Busquem, nas relações, a harmonia.

Se não cabe, pedir perdão, olhando no olho e verbalizando palavras, faça o exercício do perdão, nas meditações e orações.
Faça pra você mesmo, busque a profunda harmonia e identificação, com o amor. Sejam parentes, do Amor. E vejam que estas pessoas que estão em seu caminho como familiares, são almas, que você está resgatando, e por isso estão próximos. Que seja então, pelo amor, profundo amor.

E é através, dessa consciência, que se fará, o primeiro passo da ascensão.
A libertação do primeiro nó mais importante, está no karma familiar filhos, pais, irmãos, irmãs, marido, mulher.

Para a Ascenção da Terra, estamos em sintonia com o Amor.

Neste momento, atuamos na energia da Mãe Maria.
Trabalhamos em grupo. Chefiados por Gabriel.

Anjos de Luz, em sintonia, com a Grande Mãe.
Oferecemos, a nossa energia, de Amor e Cura, á vocês.
Recebam.

Mestre Lanto - Prato do dia

Venha participar da meditação dinâmica e canalização dos Mestres Ascensos da Fraternidade Branca, todas as quartas-feiras às 20h30. Sinta a energia, faça parte desse encontro de amor e luz.
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Nome Chave: Prato do dia
Mestre: Lanto
Data: 11/07/2012
Local: Espaço Alpha Lux
Canal: Maria Silvia Orlovas
Áudio: 
 ALPHA LUX 25 ANO 14  (mp3) - Clique aqui




Prato do dia

Um dia eu passei fome. E houve muito sofrimento no meu caminho, na minha trajetória.

Eu havia feito um voto de renúncia, eu me tornei um renunciante, só que eu ainda era jovem, ainda era carregado de instintos, sonhos e desejos.

Eu resolvi renunciar, me tornar um renunciante, porque eu não tinha uma solução pra minha vida, pros meus problemas, eu não sabia como resolver as minhas questões. E me tornar um renunciante foi uma fuga.

E um dia, que eu cortei os meus cabelos, eu recebi um prato, uma caneca e uma colher. E me disseram que, eu caminhasse, que me cabia caminhar e que, a comida viria pra mim. Que eu tinha que confiar, confiar profundamente em Deus.
Que sempre passaria pelo meu caminho uma boa alma. E essa Alma iria me nutrir, me oferecer o alimento que eu precisasse. Iria me dar um cobertor se eu sentisse frio, a água. Que Deus iria se manifestar e que eu teria isso tudo que eu precisava. E eu fui caminhando...

No começo, eu não sabia o que doía mais, se eram os meus pés, se era o meu estômago ou a minha cabeça. Porque tudo, o que eu era, doía: os pés, de tanto andar, a barriga, de fome... E a cabeça, de dor mesmo, dor física, não eram as dores dos meus pensamentos, mas eles também me perturbavam. E muitas vezes, meus pensamentos  quiseram me roubar do caminho. E eu, estive muito próximo de fugir da minha renúncia.

 O pensamento falava assim:

-Vai embora, você tá louco? Quem que vai dar comida pra você? Olha os seus pés, estão machucados! Você nunca passou fome antes na sua vida, volta pra sua casa! Não importa que o seu pai fale coisas pra você, que você seja desrespeitado, isso vai passar, volte pra sua casa! Volte pra casa dos seus pais! Se sujeite as regras, deles!

Mas eu não podia. No começo o que me segurou no caminho espiritual, no meu caminho de renúncia, foi o orgulho. Porque eu não podia voltar pra trás e me sujeitar a todas as críticas que eu iria ouvir. Eu não vinha de uma família de crentes, a minha família não acreditava na vida espiritual, nem eu, sei se eu acreditava na vida espiritual.

E aí eu comecei a questionar tudo, os meus votos. E comecei a pensar: ah, o meu cabelo cresce! Ah, se eu voltar eu vou tomar um banho, e meus pés, em uma semana vão estar bons.

E aí eu ficava imaginando como seria, eu voltar pra a casa dos meus pais, pra aldeia que eu morava, pro meu grupo de amigos, porque todos tinham ficado muito impressionados com aquilo que eu tinha feito. Então foi o orgulho que me segurou.

E aí eu passei a primeira noite, quase que em claro de tanto frio, deitado no chão. E enquanto eu estava ali naquele canto, onde eu consegui me alojar, pior que um cachorro, eu me lembrei das pessoas que eu não ajudei. Eu lembrei, de tantas pessoas que passaram por mim, e eu não tive uma palavra, um toque, um sorriso, uma gentileza, uma oferta de compreensão ou de carinho, quanto mais um cobertor ou um prato de sopa.

E me lembrei também, (que noite longa), de tantos pratos de comida que a minha mãe me ofereceu, e eu reclamei. Dizendo que era pouco, dizendo que não gostava, dizendo que não comia isso ou aquilo. Lembrei, do meu desrespeito á ela, que não era uma santa, mas era a minha mãe.

E o dia amanheceu, e quando o dia amanheceu, eu estava tão irritado, com tanta fome, tão cansado, mas não sei se foi o calor do sol me aqueceu, e aí sim eu dormi. E quem passou por mim me chamou de vagabundo, eu não era mais um renunciante, eu era um vagabundo. E quando eu ouvi aquilo, eu me pus a caminhar, mas fui pensando: quantas vezes eu julguei errado as pessoas. Eu olhei para as aparência, de um fato, de uma situação, de uma pessoa... E nela eu taxei a minha verdade. Quantas vezes eu fiz isso!

E a semana foi passando. Um dia ou outro, eu contava com a boa vontade de alguém, que me oferecia um pão, um resto de comida, uma fruta. Eu me lembro bem de um dia, que eu sentia muita fome, e passou por mim um garotinho, chupando uma bala, e nós nos olhamos nos olhos e ele tirou da boca dele e pôs na minha boca. Quando que eu, na minha vida e no meu jeito de ser e de pensar, chuparia a bala de uma outra pessoa, que eu nem conhecia. Uma bala que passou pelas mãozinhas sujas dele, que brincava no chão. Mas aquela bala, aliviou a dor da minha garganta e adoçou o meu coração, porque ele me deu com amor.

Eu poderia passar dias, e escrever muitas páginas num livro contanto pra vocês, qual foi o meu prato do dia. Muitas vezes eu desejei, ter o que lavar daquele prato que nem sujo ficou. E entendi porque as vestes de um monge são amarradas no corpo. Porque, de acordo com as penitencias que a vida lhes impõe, um monge pode emagrecer ou engordar.

E a minha experiência, foi conviver com a restrição, porque eu não reconhecia nada do que eu tinha, não reconhecia as pessoas a minha volta, eu não tinha gratidão. E não ter gratidão, não manifestar a gratidão, é um grande empecilho no caminho espiritual. E eu não sabia olhar pros outros e ver o bem que me faziam. Eu não sabia olhar pra vida e reconhecer as coisas que graciosamente Deus me ofereceu.

Quando comecei a fazer as pazes, com a minha própria escolha e com o meu destino, depois de um tempo que eu não sei contar, a vida começou a ficar mais fácil.
Um dia eu sentei debaixo de uma mangueira, e comi tanto, tanto, tanto... Fui tão feliz! Só que a gula teve um preço muito alto, e vocês já imaginam, no que se transformou aquela minha orgia gastronômica. E nesse dia eu aprendi, o poder da restrição também, de não se fartar, de não e deixar na gula. A restrição nos ensina. Não apenas no alimento, mas em tudo da vida que nós não temos.

O meu aprendizado, foi de me abrir para os caminhos, de me abrir para a fé. E eu percebi, que quanto mais eu deixava as coisas acontecerem, e ia seguindo o meu percurso, mais facilmente eu entedia as lições que Deus estava me colocando. Porque mesmo sendo um renunciante, eu tinha uma rota, eu tinha um objetivo final. Eu deveria chegar, no meu tempo, a um mosteiro, que ficava muitos quilômetros de distância.

E eu estou aqui hoje, para dizer á vocês, que vocês também têm uma rota. Vocês também têm um caminho, um objetivo final. E esse caminho e objetivo final, é a sua elevação espiritual, o seu aprendizado.  E todas as pessoas e as restrições que elas colocam em suas vidas, e os aprendizados que elas colocam em suas vidas... E a oferta que elas fazem para vocês, de amor ou de dor, faz parte de importantes lições que vocês devem aprender.

Não esmoreçam e não se apeguem ao drama, do dia. Porque o drama do dia também irá passar. As noites sem dormir, também irão passar. Uma mangueira carregada de belos e doces frutos, também vai passar. O que causa o grande sofrimento é o apego que vocês têm, aos seus desejos e a necessidade enorme de realização, daquilo que vocês criaram para vocês.

No momento em que vocês aceitam caminhar e viver, experimentando o prato do dia, consumindo aquilo que Deus ofereceu para você, neste dia, vocês serão infinitamente mais leves e mais felizes.

E foi assim que eu fui me resolvendo... Eu amanhecia o dia, quando o sol raiava, para ninguém me chamar de preguiçoso.
E quando esse sol raiava, eu perguntava pra Deus:
- E aí meu pai, qual será o prato do meu dia? Qual é o prato do dia?

E aí eu caminhava, encontrava as pessoas, conversava com as crianças, jogava com elas, ajudava, aqueles que precisavam da minha ajuda. Deixei de ser silencioso, porque eu passei uma época com muita raiva, mágoa mesmo, e aí eu fiquei silencioso. Mas não era um bom silencio, era um silêncio de dor. Eu venci esse silêncio.

E aí quando eu passava perto de alguém, eu cumprimentava, eu sorria. E quando conversavam comigo, eu contava as minhas histórias, mas eu tinha bons ouvidos para ouvir as histórias das pessoas.
Num certo momento eu apressei meu passo, imaginando como seria o mosteiro, porque eu já estava perto. E a sabedoria Divina também me mostrou, que eu podia serenar o meu passo e aproveitar mais as experiências, e reconhecer que eu também tinha medo de chegar ao objetivo final, porque eu não sabia o que depois a vida iria me reservar.

Foram muitas experiências. Eu ouvi aquilo que estava de fora de mim, e aprendi a ouvir aquilo que vinha de dentro de mim.

Meus amados irmãos, a lição que eu deixo aqui hoje, é para vocês saborearem o prato do dia. Reconhecendo o que lhes é oferecido hoje, por Deus, pelo Universo, pela Vida, pelos seus Irmãos. E se é isso que lhes cabe hoje, façam bom uso, mas não comam demais. Comam apenas, aquilo que lhes pode saciar. E se por acaso a comida de hoje não for boa, for uma comida estragada, deixem de lado, porque vocês também, podem fazer isso.
E ao contrário, se a comida for boa demais, cuidado, lembrem-se das minhas mangas.

Um monge, como eu, tem muitas histórias, porque o caminho é longo. Mas eu descobri, que o mosteiro, pra chegar até o mosteiro, eu tinha que ter dentro e mim, uma grande paz, um grande amor, uma grande consciência... De Ser de Luz, de Ser de Paz, de Ser de Amor. E é isso que eu desejo á vocês.

Vocês, cada um de vocês, é uma lamparina acesa no seu mundo. Nunca se menosprezem! Cada um de vocês é uma lamparina, na sua casa, na sua família, com os seus filhos, com os seus irmãos, com os seus amigos, com os desafios do seu trabalho, com o seu marido, com a sua esposa. Cada um de vocês é um Ser de Luz.

Não evitem as pessoas, nem os problemas que elas trazem, vão com Luz, com Amor, com Paz, resolvendo, cada uma das questões. Aproveitando, como puderem, com sabedoria, o prato do dia.

Eu sou Lanto. E na energia dos Budas, de todos àqueles da minha linhagem, que se iluminaram na sabedoria, eu abençoo vocês, com o meu Amor e a minha Luz.

Tenham Paz.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Solstício de Inverno mais uma abertura de portal!


Em tempos difíceis como o que vivemos com fenômenos “naturais” assolando o planeta, parece que muitos já despertaram para o fato de que nosso planeta é um ser vivo que sofre com a nossa ação sob ele. Assim podemos concluir que o planeta interage com a nossa vibração, e se não evoluímos em nos desprender do egoísmo e despotismo frente à natureza ela mostrará a sua face mais cruel... Estudando as religiões antigas como a Wicca que resgata a importância do Sagrado feminino e da Natureza como Mãe, vamos nos deparar com rituais antigos e cheios de significado, que para alguns pode parecer simples crenças sem fundamentos mais profundos. Porém até os dias de hoje reconhecemos as mudanças de estações como datas importantes em nosso calendário.

Na Wicca temos 8 Sabbas principais (que são festas sagradas) sendo que 4 estão totalmente ligados a mudança das estações. Vendo o plano sutil que envolve esse grande ciclo da natureza, que gira ao redor do ano, podemos sentir que essas datas representam abertura de portais. Quando energias antigas são limpas e deixamos espaço para que novas vibrações adentrem em nossos caminhos. Por isso comemorar a entrada de equinócios e solstícios é importante. Você leitor deve estar pensando como poderei fazer isso? E quais os benefícios poderei alcançar? Você pode fazer na sua casa um pequeno ritual. No dia da entrada do inverno reserve alguns momentos para refletir sobre a sua vida, pois já que está acontecendo no astral do planeta um assentamento da Terra em seu próprio eixo, você pode fazer o mesmo pensando em sua vida. Reflita sobre o que deseja manter e o quer deixar de fora da sua história. Faça uma meditação sobre seus caminhos na vida. Se desejar escreva tudo num papel e depois queime aquilo que for negativo, pedindo que o divino limpe as negatividades abrindo você para um novo ciclo. Em meus livros e cursos sempre convido a essa viagem ao auto conhecimento, por que acredito que todas as chaves para o sucesso de nossa empreitada na vida estão dentro de nós, e que precisamos apenas aprender como acessá-las. Quanto aos benefícios que podemos conquistar, acho que posso afirmar que todos aqueles que conseguirmos aceitar. Percebo, no meu trabalho como terapeuta, que muita gente quer participar da boa colheita sem nunca ter plantado essas sementes do bem...

Todos querem a alegria o amor e poucos se abrem verdadeiramente para o que isso significa. Infelizmente esses momentos de reflexão podem ser muito tristes quando vemos o que não temos. No entanto, até olhar para o lado, fazendo comparações, observando a vida do vizinho, pode ser bom, se nos incitar a melhorar a nossa própria vida, e não invejar aquilo que o outro tem. Porque cada um de nós é diferente e precisa de coisas diferentes. Sinto que as pessoas mais felizes são aquelas que se aceitam como são e seguem a vida aprimorando seus dons e talentos. Como dizem os mestres, devemos nessas datas de abertura energética, fazer como o planeta Terra nos fortalecendo no nosso eixo na procura da reciclagem, do amor e do equilíbrio. Vamos nos fortalecer nessa onda do bem e fazer a nossa parte para o mundo ser um lugar melhor de se viver. Se você vibrar luz a luz de você também se expandirá. 

Vamos aproveitar também para entrar na sintonia de alguns grupos que na ocasião do Solstício estarão vibrando amor e luz. Nos conectar a energia do Mount Shasta e da Grande Fraternidade Branca. Confira o vídeo:



Beijo a todos, 

 Maria Silvia