Queridos,
Agradeço a todos que me enviaram e-mails por conta do Blog...
Que bom poder estar perto de vocês.
Vou contar mais um segredo. Algo que tentei esquecer, mas que agora volta com todo sentido. Veja:
No início deste ano, quando subi a montanha do Mount Shasta no norte da Califórnia, nos Estados Unidos, levando comigo o meu Tarot para gravar a orientação para este ano de 2010, pensava em dirigir o vídeo para uma tomada de consciência, pois tenho certeza absoluta que qualquer passo que tomamos é de suma importância na nossa vida e na daqueles que vivem conosco.
E foi o que fiz. Na gravação, falava da carta da Imperatriz como a Mãe Natureza que oferece os seus frutos. Lembro que, quando me preparava para começar a gravação, passou pela minha mente o descuido que a nossa humanidade está oferecendo ao Planeta. Não apenas na poluição do mundo objetivo, mas também com a poluição emocional, vícios, desejos desenfreados, violência, tantas ambições e pensamentos egoístas... Porque é claro que isso fica pairando como uma nuvem no inconsciente, muitas vezes até nos atrapalhando quando desejamos fazer diferente, amar diferente, cuidar da vida e das pessoas sem egoísmo.
Quem consegue?
Todos nós fazemos parte do inconsciente coletivo. Fazemos parte desta malha vibracional e dela nos alimentamos, por isso é tão difícil e meritório mudar.
Uma pessoa que muda seu jeito de pensar, cria um caminho para a mudança de muitas outras pessoas. Assim direciono todo o meu trabalho a um caminho de luz. Declaro que acredito de coração que este caminho seja possível. Então, quando lá no alto daquela linda montanha senti que a mãe Terra estava machucada, e que essa dor viria à tona, não quis ouvir nem comunicar.
Na verdade, não quis me conectar, porque já tinha ouvido.
Na minha mente inclusive veio a ideia de terremoto, e o meu racional tentando decodificar as mensagens, já me fazia pensar que, se a mãe natureza está ferida, a terra está ferida e, de uma forma ou de outra, a humanidade sentirá esses reflexos. São os sinais...
Devo explicar que os sensitivos sentem os sinais. Nem sempre conseguimos interpretar claramente, nem sempre decodificamos o que sentimos, mas que sentimos, sentimos.
Assim, quando fiquei sabendo do terremoto no Haiti, depois no Chile, e agora no México e sul da Califórnia, e dos abalos perto da ilha de Sumatra, não pude mais deixar de absorver a dor desse momento.
Afinal são nossos irmãos que perdem suas casas, suas referências. Porque as perdas materiais podem ser repostas, mas quando sentimos medo e perdemos a segurança, tudo fica muito ruim.
Mesmo para as pessoas que acreditam na vida espiritual, os abalos atmosféricos, as chuvas, inundações que acontecem no planeta são perturbadores. Não dá simplesmente para culpar o governo do Rio de Janeiro por seu descuido. Não dá para desligar a tv e esquecer porque não moramos lá, nem fomos nós que perdemos a família.
Somos parte do todo, por isso convido você, amigo leitor, a não se descuidar das suas preces, do seu compromisso com uma vida melhor. Porque, se estamos melhor em nosso mundo interior, vibramos de forma mais leve e harmônica no mundo exterior, e não somos um peso para a egrégora planetária.
O mundo está em nós e nós estamos no mundo.
Mesmo que não tenhamos a verdadeira noção do que signifique a ideia de que somos todos parte do todo, porque não é fácil se sentir irmão de qualquer um que passe perto de você, temos que vibrar pelo bem, porque o bem nos faz bem.
Quando sentimos amor, o amor nos cura.
Podemos melhorar as feridas que estão espalhadas no planeta nos amando um pouco mais, nos acolhendo um pouco mais. Perdoando os outros e nos perdoando. Tentando crescer com a troca de confidências, tentando compreender as pessoas e suas ações, o que é exatamente o contrário de nos deixar levar pela maledicência. Pois, se queremos ser amados e compreendidos, porque não tentamos fazer isso?
A Terra está ferida também na sua vibração e somos nós todos que fazemos, alimentamos a vibração do planeta.
A mudança do pensamento altera este fluxo e pode ter certeza de que aquilo que você pensa e vibra faz toda a diferença.
O mundo está em nós e nós estamos no mundo.
Mesmo que não tenhamos a verdadeira noção do que signifique a ideia de que somos todos parte do todo, porque não é fácil se sentir irmão de qualquer um que passe perto de você, temos que vibrar pelo bem, porque o bem nos faz bem.
Quando sentimos amor, o amor nos cura.
Podemos melhorar as feridas que estão espalhadas no planeta nos amando um pouco mais, nos acolhendo um pouco mais. Perdoando os outros e nos perdoando. Tentando crescer com a troca de confidências, tentando compreender as pessoas e suas ações, o que é exatamente o contrário de nos deixar levar pela maledicência. Pois, se queremos ser amados e compreendidos, porque não tentamos fazer isso?
A Terra está ferida também na sua vibração e somos nós todos que fazemos, alimentamos a vibração do planeta.
A mudança do pensamento altera este fluxo e pode ter certeza de que aquilo que você pensa e vibra faz toda a diferença.

