quinta-feira, 13 de março de 2014

Maria Padilha - Aqueles que eu não amo



Aqueles que eu não amo.
Quantos desafetos já obrigaram vocês a se transformar?
Quantos seres que abandonaram vocês, que trouxeram algum tipo de padecimento e até de doença, fizeram vocês crescerem?
Aqueles, que as pessoas chamam de inimigos, são grandes mestres espirituais.
Aqueles, que as pessoas chamam de obsessores, são almas que têm muito a ensinar.
As pessoas buscam se fixar apenas no amor, no sucesso e no lado colorido, belo e positivo da sua personalidade e das suas vidas.
Porém, nas sombras, na escuridão, nos esquecidos, naqueles que não são amados, existem histórias incríveis... Grandes verdades, grandes libertações e enormes chances de crescimento.
Aqueles que não são amados são os primeiros que podem ajudar você no seu caminho.
As pessoas reclamam quando elas não encontram o amor. E muitas delas vão a centros de cura, em busca da limpeza dos seus corpos sutis.
Eu bem sei, porque muitas vezes, eu procurei o mal fora de mim. Eu acreditei que as doenças não eram minhas, que o sofrimento sim, era meu... Que a dor era minha.
Mas, que nada disso era causado pela minha personalidade ou pelas minhas ações. Me achava vítima.


E procurei, muitas vezes, alguém que fizesse um feitiço e que me libertasse do sofrimento e da dor. Alguém que fizesse uma oração e me libertasse do sofrimento e da dor. Alguém que promovesse em mim, no meu espírito, uma cura espiritual, uma cura física, uma cura emocional.
Mas, nunca aceitei os obsessores. Nunca aceitei a palavra desses obsessores.
Nem sequer tinha qualquer abertura para ouvir, desses espíritos, aquilo que eles poderiam falar para mim ou reivindicar do meu comportamento.
Eu achava, na minha forma de ver da época, que eles eram inferiores. Que eram espíritos sem Luz. Acreditava nos rótulos. Afinal, eu vivia num mundo em que as pessoas eram, por demais, apegadas aos rótulos: Aquele é o Barão; aquela é a Condessa; aquela é uma Empregada; aquele é o Serviçal; aquele outro é o Escravo, o Varredor de Ruas.
E que valor tem essas pessoas?
O valor que eu vi, era o valor do título, das belas roupas, das jóias e da condição que cada um poderia mostrar.
Infelizmente meus amados, em muitos lugares deste mundo atual, nos dias atuais em que vocês vivem, as coisas continuam muito parecidas.
Mas, eu nunca quis ouvir os obsessores, eu nunca quis saber quem eles eram. Havia uma compreensão do meu espirito, que entendia luz como Luz e as trevas como Trevas, e, o Mundo separado: O mundo daqueles que Deus ama e o Mundo daqueles que Deus não ama. O mundo que tem um grande portal de luz aberto, e, o mundo que não tem nenhum acesso à luz e nem quer esse acesso à luz.
E na minha vida, com tantos altos e baixos, com tantos amores de desamores, com tantas tristezas, com tantos erros, da minha parte e da parte daqueles que faziam parte da minha vida... Eu visitei as sombras. E nem sabia que estava visitando as sombras.
Eu visitei a escuridão das dores, das mágoas, das raivas. Quase que me tornei obsessora de um homem, do qual eu era apaixonada, apegada.
E ainda assim, eu achava que existia um mundo de sombra e um mundo de luz. Um mundo amado por Deus e o mundo esquecido. E ali residia o meu maior tormento.
Finalmente, quando me encontrei num estado de consciência num mundo espiritual mais esclarecido, e fui compreendendo as coisas da vida, as coisas do espírito... Eu comecei a ter uma visão real de mim mesma e de todos os que estavam a minha volta. E vi quantos que ainda estavam obscurecidos, magoados, empobrecidos, perdidos na ignorância.



Eu vi que, em muitos momentos, eu era como eles. Eu queria as coisas que eu não podia ter. Eu odiava as pessoas que não abriam as portas para mim. Eu queria vingança. Eu achava que eu tinha sofrido tanto então, que todos tinham que sofrer também. Eu achava que era vítima do abandono nos relacionamentos. Que aqueles que eu queria não me queriam. Que aqueles que eu amava não me amavam...
E eu me vi. Tão obscurecida por essas sombras, que eu comecei acreditar que eu fazia parte daquele grupo que não era amado por Deus.
E foi somente com a chegada de energias sutis, as quais, a princípio eu não me abri...  É que eu fui compreendendo que nós todos, em muitas situações, fomos ou somos obsessores. Aprisionados a pensamentos repetitivos. Machucados por coisas que não conseguimos fazer. Cheios de mágoas, cheios de sofrimentos. E muitas vezes, causadores de doenças e inquietações mentais.
Muitas vezes somos nós, aqueles que nos acreditamos, não amados por Deus. E é por isso que eu venho, com a permissão daqueles que chefiam essa casa, falar sobre minha caminhada na Terra. Eu estou em processo de ascensão espiritual. E sirvo a Grande Chama Violeta, á evolução deste Planeta.
E quero dizer a vocês, que todos são amados por Deus.
Aqueles que ainda estão na escuridão, estão em evolução. E no momento em que se abrirem para receber a Luz, como eu fiz um dia lá atrás, a Luz começou a vir e me tocar como uma aragem morna... Como um espaço que eu pudesse me deitar e ser acolhida.

Quando nós permitimos que Deus entre em nossa vida, a nossa vida se transforma.
O processo de iluminação foi um processo de compreensão. Quando eu entendi, que estava obcecada em querer valer e fazer acontecer, a minha vontade.
No momento em que eu compreendi que eu tinha que me abrir e permitir que a vontade do Divino for soberana, e que as coisas que acontecessem fossem para o meu Bem, houve um grande crescimento, um grande avanço e uma grande Luz que tocou a minha vida e me transformou.
Eu estou em processo de evolução, assim como todas as Almas estão em processos de evolução. Todos os Mentores, todos os Seres que vocês conhecem como iluminados... Têm um longo caminho atrás, e tem um longo caminho á frente. Porque o Universo é infinito. Porque Deus é um Deus de Amor e que deixa, pra cada um de nós, uma linda estrada.



E a minha última palavra pra vocês hoje é: Observem, ouçam, sintam... Quando vocês estiverem à presença de um obsessor. Nunca se neguem a ouvir, a entender, o que aquele ser quer de você.
Se existe alguém que está em busca de você, atormentando o seu sono, impedindo alguma realização na sua vida... Busque compreender, busque ouvir, busque perdoar.
Ele não tem o poder de ferir você, nem de acabar com você, nem de destruir os seus planos, nem de impedir os seus caminhos.
No momento, em que você se abre a ouvir, com o coração fortalecido na sua Luz... Naturalmente, em paz, em harmonia, você estará olhando para um outro Ser.
E na sua luz conectada com o Amor Divino, naturalmente, você estará desfazendo esse mal.
No momento em que a Chama Divina tocar o seu coração e o coração daqueles que estão envolvidos na sua história, o caminho de cura está se abrindo, o caminho de ascensão está se abrindo.
Acreditem no seu Poder. Acreditem na sua Luz. E saibam que todos são amados por Deus.
Não há distinção do Amor de Deus. Não há lugar onde o Amor de Deus não penetre.
Eu Sou Maria Padilha. E assumo o resgate importante de muitas Almas desse Planeta. Assumo o compromisso de elevar a consciência de elevar as pessoas. E não me envergonho de nenhum passo da minha história, porque a minha história, me fortaleceu para ser quem Eu Sou.
E hoje, na consciência do poder transformador e da elevação do Planeta: Eu Sou, o que Eu Sou.

Tenham Paz.


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Nome de Referência: Aqueles que eu não amo
Mentora: Maria Padilha
Data: 12/03/2014
Local: Espaço Alpha Lux
Canal: Maria Silvia Orlovas
Transcrição*: Patrícia Viégas
Edição: Diogo Guedes
Áudio:  ALPHA LUX 09 ANO 16

*O texto de transcrição do áudio, foi levemente editado para uma melhor leitura.

terça-feira, 11 de março de 2014

Na sintonia da Chama Rosa






Cura de relacionamentos...
Como este tema rendeu.
Mas no fim tudo é muito simples, pois a cura de qualquer história começa e termina em nós mesmos.
Dentro de nós, no nosso coração, acessando as lembranças e principalmente fazendo o exercício de se colocar no lugar do outro, para aprender viver e se relacionar de outra forma.


Essa prática de se colocar no lugar do outro, não deveria ser apenas uma idéia, nem mesmo uma boa teoria. Deveria ser algo que fizéssemos sempre, mas na verdade não é assim tão fácil compreender as pessoas, sentir a vida como elas sentem.
Nós todos somos muito críticos, as vezes até cruéis no julgamento.
Muitas vezes olhamos as pessoas pensando que entendemos o que elas entendem, ou que sentimos o que elas sentem, mas nos enganamos.
Em Alpha Lux temos colocado isso em prática nos exercícios em grupo, principalmente nas Constelações Familiares.
Somos convidados a olhar com amor.
Sentir o que o outro sente.
Limpar nosso coração.


Muitas vezes apenas pensamos que entendemos...
São nossos pensamentos um reflexo de nossas dores e carências... e com isso os relacionamentos se perdem em culpas, expectativas frustradas, decepções. Mas podemos mudar isso.
Se não conhecemos a nós mesmos, se não perdoamos nossas próprias falhas e reparamos nossos enganos como esperar essa luz dos outros?


Uma vez quando perguntei a um mentor se teríamos que perdoar sempre, ele respondeu:
__ Não minha filha, quando você está na sua luz, os erros dos outros não pesam em você, e como você não se sente magoada, não precisa perdoar...
Bacana isso não é?
Sutilmente ele estava me dizendo que nós carecemos de um coração brando, fixado na luz...
Mas ao mesmo tempo, como sempre acontece, este ser de luz estava me dizendo que a luz está em mim, e que nós somos capazes de agir de forma muito melhor do que agimos normalmente.


A auto aceitação, o perdão, a compreensão dos limites do outro libertam o coração.
Nem tudo é nossa culpa, ou responsabilidade, mas quando assumimos a nossa parte como criadores do nosso destino a vida se abre.


Aguarde logo mais a nova música e meditação do perdão inspirada no Hoponopono, e nos ensinamentos da Fraternidade Branca.
E marque na sua agenda, em Abril sábado dia 12 - Ritual de Queima do Karma - Chama Branca.

Lembrando que toda quarta-feira tem grupo de meditação, canalização, mantras e passe.
Venha receber e se doar aprendendo lidar com sua energia.
Qualquer dúvida pode ligar: (011) 3673.4824

Um beijo a todos e boa semana.

MS



domingo, 9 de março de 2014

Cura de relacionamentos





Será que relacionamentos podem ser curados?
Bom se podem ser considerados doentes, acho que também pode-se tentar curar. Mas sempre tendo em mente que para acontecer uma cura será preciso uma grande abertura, boa vontade, disposição para mudar. E isso tudo exige paciência e determinação. O que não agrada a maioria das pessoas que sempre tem pressa, busca resultados rápidos e ao mesmo tempo não quer enfrentar uma frustração. Infelizmente muita gente quer apenas que as coisas deem certo, sem se envolver, sem se doar, sem dar tempo ao tempo, e com isso essas pessoas acabam comprometendo todo o caminho da vida. Felizmente quando vamos amadurecendo no sentido espiritual, também vamos descobrindo que a vida não vem pronta, mas que existe um prazer em ir moldando nossa passagem pela Terra.
Difícil de tudo isso é perceber que muitas vezes fomos nós que criamos os resultados tristes que hoje fazem parte da nossa vida.
No meu caso o pedaço mais dificil foi assimilar que de alguma forma a dor havia sido projetada por mim, e entender que se existia no outro nasceu também no meu coração.
Juro que nesse momento foi muito duro.


Como aceitar minha responsabilidade nas atitudes de uma outra pessoa?
Isso acontece de forma muito intensa na criação dos nossos filhos. E mesmo sabendo que tentamos fazer o nosso melhor, eles simplesmente vão aprendendo as coisas de acordo com referencias internas, até de outras vidas. Acessando aquilo que chamamos de karma.
Os mentores explicam que o karma está na família, justamente nesse pequeno círculo que formamos à nossa volta. Ali estão nossos mais queridos, assim como as pessoas mais difíceis que teremos que lidar nessa existência, e as vezes a dificuldade é tão intensa que falamos algo e o outro entende outra coisa. Nas brigas então quase sempre aquela pessoa tão intima desperta o seu pior, e provavelmente você também desperta o pior dela.


O que fazer quando estamos em situações que não podemos nos separar?
Falo aqui de filhos, de pais idosos, da convivência com alguém que simplesmente você não pode abandonar. O que fazer nesses casos?
O primeiro passo é você se libertar da idéia de que é vítima da situação, por que não é.
Pode ser que nessa vida você não tenha feito nada, mas com certeza trouxe esse compromisso de outras existências.
Acreditando ou não em vidas passadas, quando alguém passa por algo assim complicado, no mínimo se abre para aceitar um mundo oculto que traga justificativas para o sofrimento. Mas não vamos nos afundar na dor, ao contrário vamos em busca de iluminar as questões.
Se você causou um desafeto, e hoje tem uma convivência muito complicada, um movimento importante é tentar sair do stress, e se não pode se afastar fisicamente, morar numa outra casa, ou qualquer coisa assim, se afaste mentalmente, e silencie.


Pare imediatamente de reclamar. Por que quando reclamamos tornamos o incomodo ainda maior, por que damos armas ao inimigo, já que junto com uma situação ruim, se reúnem pesadas energias do astral inferior. Também não devemos ficar fazendo alarde de nossas escolhas por ficar em silencio, não brigar, não revidar.
Tudo isso deve ser feito com consciência e poucas palavras.


Deixe de lado a idéia de que as coisas acontecem para importunar você.
Você não é o centro do universo.
As coisas acontecem por que estamos aqui para conviver, nos encontrar, e aprender amar e respeitar as pessoas. Apenas isso.
Não é por que essa criatura à sua frente, seu filho, tem 12, 13 ou 14 anos que vai te compreender, entender, respeitar e amar, e não é por que você é pai, ou mãe dele que você o amará em todos os momentos.
Nós sabemos que não é assim. Nosso amor é condicional.
Algumas vezes temos mais luz e chegamos na condição ideal de aceitar as pessoas como elas são, mas isso está longe de ser uma regra praticada sempre.
Pode ser um ideal de conduta, mas no dia à dia sofremos muito com a convivência intima.
Casamento também não é fácil.
Quantas e quantas vezes a paixão desaba na convivência?
Muitas vezes simplesmente por que não estamos bem, e o outro também não está, e ai juntamos os dois mundos em desequilíbrio para somar um fracasso.
Porém nem tudo precisa ser assim denso e doloroso, podemos fazer diferente, podemos amar e manter nossa individualidade e interesses, ainda mais se sabemos que isso ajudará manter a energia mais leve.
Com certeza pessoas que tem uma vida pessoal carregada por um sentido maior consegue deixar coisas pequenas de lado, e oferecerá mais calma para conviver com a família.



Para tudo isso precisamos de um coração mais aberto e resiliente em aceitar a vida com todas as nuances que ela apresenta. 
Aprendi que um dos pontos de grande infelicidade é ficarmos presos às idealizações. 
Sabe aquela idéia de que você teria que ganhar dinheiro para depois casar, para depois ter filhos etc... Pois bem, cada um de nós cria suas próprias histórias de amor, felicidade, porém muita gente sofre quando o mundo não permite essas realizações. E poucos se dão conta de que são idéias, apenas idéias.
Infelizmente fazemos isso em tudo, mas principalmente nos relacionamentos, e queremos que os outros se adaptem à aquilo que criamos.
E é aí, neste ponto que reside a dor. 
Criamos uma idéia de vida feliz que não condiz com a realidade, e não queremos nos decepcionar, e não aceitamos a derrota. 
Queremos que a vida traga as respostas para nossos sonhos.
Assim quando sugiro aos meus clientes que se desapeguem, não é das pessoas, mas dos seus sonhos. Porque o confronto entre o sonho e a realidade é o maior ponto de sofrimento.
Devo esclarecer porém, que muitas vezes não se trata de um processo consciente. Às vezes nem nos damos conta da nossa recusa, simplesmente ela existe. Mas no momento em que ficamos em silêncio, e aceitamos a vida como ela se apresenta, a cura começa acontecer.


Desejo muita luz para você e felicidades em percorrer o seu caminho!

Beijo da MS